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07/05/2010

RESULTADO DO CONCURSO NO BLOG DO NOBLAT

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Texto retirado do blog de Ricardo Noblat (Jornal O Globo)
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E o iPod do concurso de microcontos vai para...
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O vencedor do concurso de microcontos promovido pelo twitter do blog do Noblat (Jornal O Globo):
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Subitamente, teve certeza: no futuro, se escrevessem sobre ele, teriam dificuldades para atingir os 140 caracteres exigidos pelo twitter. Ananias José de Freitas
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Em ordem alfabética pelo nome do autor, os outros nove microcontos escolhidos pelo júri:
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Revelou, no leito de morte, o segredo de uma vida. Não chegou a saber que havia entendido errado. Elton Colini
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O gato saiu em disparada. A ratoeira acaba de cumprir sua missão. Elza Ramirez
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Foi o raio de uma tempestade em copo d’água que o matou. Felipe Cerquize
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Cinco. Todos os dias, às cinco, ela se posta no portão, com o bilhete amarelado nas mãos. “Mãe, fui ao mercado. Volto às cinco”. Luanna Azzarito
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No primeiro jantar de viúvo, só fez olhar o prato. A memória que emanava da louça antiga foi seu único alimento. Marcos A. Kohler
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Abrindo as pernas, ela abriu todas as portas. Paulo Maurillio Pereira
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Conferiu um a um os números da mega sena. Levou um susto. Acertou todos. 30 milhões. Devia ter jogado. Rodrigo Guimarães Pena
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Olhos curiosos passeavam pelo livro, linha a linha, palavra por palavra, letra a letra. Deliciava-se, mas entristecia. Queria saber ler. Valéria dos Santos Araújo
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Chá de cavalos marinhos, a receita da avó para asma. O menino disfarçava, para que o Unicórnio não descobrisse o que lhe ia na xícara. Viviane Burger

O júri em reunião na ABL para julgamento dos microcontos
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O Blog do Noblat recebeu 2.223 microcontos. Foram 522 os pré-classificados e 55 os semi-finalistas.
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Ontem, 5 de maio, na Sala da Presidência da Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, foram escolhidos os 10 finalistas.
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Fizeram parte da Comissão Julgadora:
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Marcos Vinicios Vilaça, pernambucano, presidente da Academia Brasileira de Letras, onde ocupa a cadeira 26. Eleito como membro da ABL em 1985, tomou posse como presidente da Academia em 15 de dezembro de 2005, novamente em 2006 e em 2009. É membro da Academia Pernambucana de Letras (Cadeira 35) e da Academia Brasiliense de Letras (Cadeira 1). Bacharel e Mestre em Direito, professor, conferencista, escritor.
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Cora Tausz Rónai, carioca, jornalista, pioneira do jornalismo de tecnologia, usuária de computador pessoal desde 1986, primeira jornalista brasileira a criar um blog, o internETC. e primeira a dedicar-se à fotografia digital. Trabalha em O Globo desde 1991. Recebeu o Prêmio Comunique-se de Melhor Jornalista de Informática em 2004 e em 2006. Escritora e “tuiteira”.
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Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa, paulista, professora primária, professora de francês e de inglês, tradutora, usuária de PC desde 1989, articulista e colaboradora do Blog do Noblat desde 2005 e blogueira desde 2009.
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O autor do microconto premiado receberá em breve um iPod com uma seleção das músicas que tocam na Estação Jazz e Tal
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Os 10 microcontos serão publicados também na edição da próxima segunda-feira da Revista Digital, de O Globo, na coluna de Cora Rónai.
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Agradeço o interesse de todos, autores, leitores e jurados.
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30/08/2009

NOTÍCIA NA GAZETA DE VITÓRIA

Abaixo, matéria publicada, hoje, no jornal GAZETA ONLINE (Vitória - ES), que aborda a tendência à concisão na comunicação atual e cita o concurso literário 140 LETRAS, do qual participei e tive a felicidade de ser um dos vencedores, este ano.
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Link para a matéria no jornal: http://tinyurl.com/nhqa3s
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Para quem utiliza o Twitter e deseja interagir por lá, meu endereço é www.twitter.com/cerquize
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Abraços!
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Felipe

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140 toques literários
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30/08/2009 - 00h00
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Tiago Zanoli
tgarcia@redegazeta.com.br
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Escrever é moleza! Agora, ser conciso e, ao mesmo tempo, criativo é outra história... Se a internet facilitou a vida de muitos literatos e aspirantes a escritor, oferecendo diversos suportes para exercitar a criação literária e divulgar toda a produção, também permitiu que muito joio se misturasse ao trigo. Os blogs foram, até pouco tempo, o principal canal para literatos (pretensos ou não). Agora é a vez do Twitter, mesmo com seus posts limitados a 140 caracteres.
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Mas é possível fazer literatura dessa forma?! Há quem diga que sim... e há quem diga que não. Para um poeta do porte de Paulo Leminski, com seus incontáveis haikais, o Twitter não seria nada limitador. Assim como o escritor e chargista Millôr Fernandes, "tuiteiro" assíduo e um mestre do poder de concisão, que, em seu livro "A Bíblia do Caos" (reunião de mais de cinco mil aforismos de sua autoria), argumenta: "Não se escreve com 11 palavras o que se pode escrever com dez".
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Os adeptos desse suporte foram além da famosa pergunta "O que você está fazendo?" e passaram a publicar todo tipo de conteúdo. Muitos também passaram a explorar a possibilidade de se publicar literatura em pequenas doses. Bom para uns, terrível para outros. Tanto que o escritor português José Saramago, numa entrevista recente ao jornal "O Globo", declarou: "Os tais 140 caracteres refletem algo que já conhecíamos: a tendência para o monossílabo como forma de comunicação. De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido".
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Mesmo sendo um dos maiores autores de língua portuguesa (o único Nobel a escrever nesse idioma), seu ponto de vista não intimidou um bocado de gente, e até concurso literário surgiu no Twitter. Trata-se do 140 Letras (www.140.zip.net), idealizado pelo jornalista e escritor Roberto Moreno, que já soma duas edições – uma realizada no final do ano passado, e outra no primeiro semestre deste ano. Apenas na primeira, foram mais de 1,8 mil microcontos participantes.
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De acordo com Moreno, o número de inscrições foi proporcionalmente maior na segunda edição, uma vez que o prazo de inscrição foi reduzido de oito para duas semanas, totalizando 900 textos concorrentes. "Havia, sim, muita porcaria no meio. Fiquei até com pena dos jurados, que tiveram de filtrar textos mal escritos, piadas velhas e frases publicitárias ruins. O bom foi que, para cada texto fraco, havia um microconto em que o autor parecia realmente ter boa inspiração para contar sua história. Compensou o esforço", observa.
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Moreno lembra o lema de muitos autores consagrados, como Graciliano Ramos e Carlos Drummond de Andrade: é preciso sempre cortar palavras para se chegar a um texto enxuto e definitivo. "Os microblogs, como o Twitter, são ótimas ferramentas para praticar esses cortes. Com a vantagem de ter o leitor ali, por cima do ombro, avaliando o resultado. Mas o Twitter é mais usado para produção literária final, concisa, em que uma história é contada em apenas 140 letras. A literatura produzida dessa forma tem autores e leitores específicos, gente que curte o jogo de palavras, que saboreia pequenas porções de deliciosos pratos", completa.
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Aforismos
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Para Augusto Sales, editor do blog "Paralelos", não é o suporte que define o que é ou deixa de ser literatura. "É o texto que determina. Dá para fazer minicontos curtíssimos ou mesmo aforismos. Eu mesmo criei um de aforismos (twitter.com/parafrase), que é uma nova paixão minha. Um livro de aforismos poderia ser publicado inteiramente no Twitter.
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"Entre os autores brasileiros, destacam-se Millôr Fernandes, que diariamente publica aquilo que faz de melhor: suas sentenças, concisas e carregadas de ironia fina (muitas já integram seu acervo, e algumas são inéditas). O poeta Fabrício Carpinejar, poeta premiado e sempre bem elogiado pela crítica, também aderiu à ferramenta (twitter.com/carpinejar). Lá, publica seus pensamentos, versos e divulga sua produção literária.
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Outro muito bom é o do escritor Marcelino Freire (twitter.com/marcelinofreire). Vencedor do Prêmio Jabuti, em 2006, com o livro "Contos Negreiros", ele utiliza o canal para divulgar seus contos nanicos.
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Nos Estados Unidos, a onda também pegou, e autores passaram a utilizar o Twitter também para divulgar conteúdo literário. A cada 140 toques, vão publicando suas obras como espécies de minifolhetins. Entre os destaques, está o escritor e repórter do "The New York Times" Matt Richtel (twitter.com/mrichtel), que desenvolve a trama sobre um homem que perdeu a memória e só tem o aparelho celular, que o ajuda a narrar sua história. Por se tratar de um experimento no gênero thriller, o autor batizou o projeto de Twiller.
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Se essa produção literária é rica ou pobre, fica a cargo dos leitores que acompanham decidir. Os argumentos de José Saramago são radicais, exagerados, ou guardam alguma verdade?
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"Saramago está acima das modas que surgem na web. Para ele, o microblog não serve; talvez nem o blog sirva. O prazer de ler Saramago é diferente daquele das pequenas porções. Na condição de maior escritor em língua portuguesa da atualidade, tem todo o direito de ironizar as transformações da comunicação", diz Roberto Moreno.
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Augusto Sales considera que há um pouco de exagero da parte do escritor português. "Nunca se ‘falou’ tanto. A internet deu ‘voz’ a uma porção de gente que não era ‘ouvida’. Vejo, ao contrário, um grande barulho na internet, todo mundo ‘falando’ ao mesmo tempo, e pouca gente ‘ouvindo’ e ‘sendo ouvida’. Mas aí já é outro problema...", arremata.
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"Os tais 140 caracteres refletem algo que já conhecíamos: a tendência para o monossílabo como forma de comunicação. De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido."
José Saramago , escritor
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"A literatura produzida dessa forma tem autores e leitores específicos, gente que curte o jogo de palavras, que saboreia pequenas porções de deliciosos pratos"
Roberto Moreno , jornalista e escritor
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Twitter
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@millorfernandes .
"Nas noites de Brasília, cheias de mordomia, todos os gastos são pardos."
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@millorfernandes .
"Todo homem nasce original e morre plágio." (Millôr Fernandes, escritor e chargista)
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@xicosa .
"Haikai do último tango: Minha nega / Contigo derreto-me / Qual manteiga!"(Xico Sá, jornalista e escritor).
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@daniloprates .
"Chega. Vou me embora. Pra casa, pra Nasa, pra onde a lava derreta a certeza que o nada persiste e a vida insiste em reter a minha sorte." (Danilo Prates, um dos vencedores do concurso 140 Letras)
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@terminal1 .
"Eu sou o medo de escuro que existe no coração de cada criancinha." (Carlos Margarido, um dos vencedores do concurso 140 Letras)
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@deniscp .
"Trocaram olhares no metrô. Telefones na escada rolante. Carícias no cinema. Beijos no motel. Ofensas no carro. Despedidas na esquina." (Denis Pacheco, um dos vencedores do concurso 140 Letras)
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@MarcelinoFreire .
"Conto Nanico Nº 18: Atéia fogo na igreja." (Marcelino Freira, escritor)
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@bellameneses .
"Ela queria alguém sem consciência, sem clemência, com importância, com arrogância, com prepotência e com potência. Muita potência." (Isabella Meneses, um dos vencedores do concurso 140 Letras)
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@Cerquize .
"Tudo que seu chefe pedia, o contorcionista fazia com o pé nas costas." (Felipe Cerquize, escritor, compositor e um dos vencedores do concurso 140 Letras)
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@clarissafelipe .
"Ela lembrou de não ter pensado em nada antes de tomar aquela decisão. Essa lembrança explicou muito da sua situação atual." (Clarissa Felipe, um dos vencedores do concurso 140 Letras)
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@carpinejar . "Amar não é fazer as vontades do outro, é desfazer as nossas vontades." (Fabrício Carpinejar, poeta e jornalista)
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@rodriguesnelson .
"A ficção para ser purificadora precisa ser atroz. O personagem é vil para que não o sejamos. Ele realiza a miséria inconfessa de todos nós." (Coletânea de frases do escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues)


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26/07/2009

VENCEDOR EM CONCURSO NO TWITTER


Esta semana, recebi a notícia de que um microconto de minha autoria foi premiado no CONCURSO 140 LETRAS, que aconteceu no Twitter em maio deste ano. Segue o dito:

Tudo que seu chefe pedia, o contorcionista fazia com o pé nas costas

Mais detalhes no site http://140.zip.net/
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Abraços!

Felipe Cerquize