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07/04/2011

DECÁLOGO PARA SOBREVIVÊNCIA NUMA SOCIEDADE HOSTIL

Diante dessa tragédia inconcebível, que aconteceu aqui na Zona Oeste do Rio de Janeiro, separei um decálogo que é parte do livro inédito "Ensaio sobre a humanidade", que continuo escrevendo e pretendo lançar, um dia. O capítulo em que está esse decálogo chama-se "Família e sociedade".

Já que Deus não impediu o massacre de crianças inocentes, Ele tem, agora, a obrigação de lhes reservar a melhor parte do Paraíso e também de ajudar essas famílias a absorverem o trauma de forma equilibrada. A Sua ausência ininteligível me permite esta blasfêmia.

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DECÁLOGO PARA SOBREVIVÊNCIA NUMA SOCIEDADE HOSTIL
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1. Devem-se ignorar as intenções contrárias dos poderosos. Caso não exista alternativa, somente aceitá-las até que haja forças suficientes para se contrapor a elas, sempre procurando equilibradamente essas forças.  

2. Em caso de clima social insuportável, jogar todas as submissões pelos ares, semear os conceitos mais certos e refugiar-se em comunidades que se oponham àquelas consideradas inconcebíveis.

3. Evitar a alienação como protesto às arbitrariedades encontradas no seu dia-a-dia. Para tal, é necessário manter forte personalidade, como forma de não se derrocar.

4. Se não houver um comportamento desejável em todos os grupos sociais humanos existentes na face da Terra e a sua personalidade não permitir participação objetivando mudanças, não fazer disto o fim, mas o motivo para o início de uma situação extraordinária. Neste caso, criar um mundo particular não é loucura, mas libertação, desde que não haja violência ou influências para alienação de massa.

5. Não ser uma pessoa hostil, de forma generalizada e aleatória. Procurar formar sólidas amizades ou deixar que elas ocorram espontaneamente, sem que recalques ou traumas decorrentes de outros convívios impeçam-nas.

6. Instruir-se. Não deixar a incultura ser o motivo das aceitações. Conscientizar-se do histórico de sua sociedade para saber as cargas que a fazem do modo como ela é.

7. Ver na família o início da organização social, procurando a transigência, respeitando todos os seus membros, dando e recebendo liberdades de forma pacífica e sem atropelos recíprocos.

8. Proceder calmamente na busca da solução para problemas a princípio considerados insolúveis. Os conflitos internos podem perfeitamente ser resolvidos, quando se tem a possibilidade de compartilhá-los.

9. Valorizar as próprias atitudes, com a presença do bom senso, avaliando igualmente os críticos desse comportamento.

10. Dar importância às mínimas ações naturais ou artificiais que lhe envolverem, pois a percepção de atos sutis pode viabilizar a consolidação de grandes ideias.

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